Colômbia x RD Congo na Copa: onde assistir, horário e escalações
Partida é válida pela 2ª rodada do Grupo K; vitória colombiana classifica a seleção para o mata-mata. Saiba como assistir.
Colômbia e República Democrática do Congo vão jogar nesta terça-feira, 23, às 23h (horário de Brasília), pela 2ª rodada do Grupo K da Copa do Mundo 2026. A partida será realizada no estádio de Guadalajara, no México.
A Colômbia venceu o Uzbequistão por 3 a 1 na estreia. Os gols colombianos foram marcados por Daniel Muñoz, Luis Díaz e Jaminton Campaz. Uma vitória no confronto de hoje classifica a seleção sul-americana para a próxima fase.
Do outro lado, a República Democrática do Congo conseguiu um resultado histórico ao empatar em 1 a 1 com Portugal na primeira rodada. Apesar de ter saído atrás no placar logo aos 6 minutos de jogo, a seleção reagiu e empatou com um gol de Yoane Wissa no final do primeiro tempo. O país volta à Copa do Mundo após 52 anos para a sua segunda participação. A primeira foi em 1974, quando ainda competia como Zaire e caiu na fase de grupos. A República Democrática do Congo garantiu a vaga na repescagem internacional após vencer a Jamaica por 1 a 0.
Como assistir ao jogo entre Colômbia e RD Congo hoje?
Colômbia e República Democrática do Congo vão se enfrentar nesta terça, 23, às 23h (horário de Brasília), em partida válida pela segunda rodada do Grupo K da Copa do Mundo 2026, no estádio de Guadalajara, no México. A partida terá transmissão da TV Globo, do Sportv, do Globoplay e da CazéTV.
Prováveis escalações:
Colômbia:
Vargas; Muñoz, Sánchez, Lucumí e Mojica; Lerma e Richard Ríos; Jhon Arias, James Rodríguez e Luis Díaz; Luis Suárez. Técnico: Nestor Lorenzo.
República Democrática do Congo:
Mpasi; Aaron Wan-Bissaka, Mbemba, Tuanzebe e Kayembe; Mukau, Moutoussamy e Noah Sadiki; Bongonda, Bakambu e Yoane Wissa. Técnico: Sebastien Desabre.
Arbitragem:
- Árbitro: Maurizio Mariani (Itália);
- Assistentes: Daniele Bindoni (Itália) e Alberto Tegoni (Itália);
- Quarto árbitro: Juan Calderón (Costa Rica);
- VAR: Marco Di Bello (Itália).
FONTE: VEJA